Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo twitter

Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo twitter

A resposta depende da forma como você atua: sendo o “vendedor chato” ou procurando entender como elas funcionam e como as pessoas interagem

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.
Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo "tuitando" (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam "o carro na frente dos bois" (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo "faturar" de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente "por participar", para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

1.Entenda como as mídias sociais funcionam – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

2.Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

3.Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

4.Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

5.Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Palestra sobre Twitter – Para orientar os empresários e empreendedores das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre como explorar esta rede social para gerar negócios, a Magoweb promove em junho o Mês do Twitter. A ação é composta por uma série de artigos, vídeos tutoriais e cases sobre como divulgar a empresa estabelecendo um relacionamento transparente com seus clientes e consumidores. No dia 30/6, às 16h30, será realizada palestra virtual Magowebinar com o tema "Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo Twitter". Informações: www.magoweb.com.


Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet.

Flock é um navegador integrado às redes sociais.

O Flock é um navegador com recursos para facilitar o acesso às redes sociais. Neste beta, ele mostra as novidades que estarão na próxima versão do programa. 


Com a mudança, o Flock 3 está mais rápido que a versão anterior para carregar páginas e processar os aplicativos web. Não só isso. Ele também está compatível com os padrões do HTML 5. Com as melhorias, o programa é mais ágil para carregar o seu grande recurso: a janela que o integra às redes sociais Twitter, Flickr, Facebook e YouTube. 

A barra, que fica ao lado direito da janela, também apresenta muitas melhorias. Em comparação com a da versão 2, ela usa melhor os recursos das próprias redes sociais. Desse modo, o Flock faz o login e carrega os recursos do Facebook e Twitter, por exemplo, com rapidez. E, de cara, já mostra as atualizações e uma janela para postar em ambas as redes sociais.

O usuário encontra no Flock uma porção de recursos interessantes na parte de integração com as redes sociais. O usuário, por exemplo, pode buscar os amigos e configurar o que deseja ver na barra, como mensagens, alertas, entre outras coisas. Fora isso, encontra um encurtador de URLs – o serviço usado é o Bit.ly. 

Além dessas melhorias, o Flock 3 apresenta outras. E importantes: o navegador, por exemplo, oferece um gerenciador de RSS mais eficiente que o da versão anterior e bons recursos para organizar os favoritos. 


Como funciona o cérebro masculino e o feminino? Vídeo informativo com muito humor...

Como funciona o cérebro masculino e o feminino? Vídeo informativo com muito humor...


Twitter: testes com recurso “amigos em comum”

Twitter: testes com recurso “amigos em comum”

O Twitter deve lançar, nas próximas semanas, um recurso que permite descobrir “amigos em comum” dos perfis da rede de mensagens de até 140 caracteres. Segundo mensagens postadas pelo engenheiro da empresa Nick Kallen, 10% dos usuários do site conseguem visualizar a nova funcionalidade.
Chamado de “You both follow” (Vocês dois seguem, em português), o recurso é semelhante às funções “amigos em comum” presentes no Facebook e Orkut, duas das redes sociais mais populares no Brasil, e estará presente na barra lateral à direita do perfil da rede.
Aos usuários que ainda não têm o recurso, é possível conhecer quais amigos você tem em comum com um outro perfil a partir do Twittfriends.

Twittfriends – Descubra amigos em comum com quem você segue no Twitter

 
O Twittfriends é um serviço novo, que serve para você descobrir quais seus amigos em comum com outro usuário do famoso serviço de microblog Twitter.
A interface é bem simples e intuitiva, tornando a experiência bem agradável e fácil. Basta entrar com seu login e senha do Twitter, na página inicial, que uma lista com todos os perfis que você segue será apresentada.


Escolha um usuário, que vamos chamar de “X”. Após clicar na sua imagem correspondente, outra página será aberta, mas desta vez mostrando cada perfil que X decidiu seguir, divididos entre os que você também segue e os que não.
Veja os exemplos abaixo da comparação entre o meu perfil e os do Wwwhat’s New? (Espanha) e do Ivan Niero Miranda, também autor aqui do blog:


O Twittfriends se mostrou uma ferramenta bem útil para quem segue muitos perfis, geralmente de pessoas com interesses diferentes. Agora você pode descobrir um pouco mais sobre seus twitters favoritos.

O maior trote do twitter #calabocagalvao


O tópico no twitter #calabocagalvao começou no Brasil (todo mundo sabe porque) e passou a se tornar um trote mundial.
Nando Pax resolveu brincar com amigos americanos dizendo que a explicação do tópico seria que o galvão é uma ave rara em extinção no Brasil e que cala a boca significava salvem, salvem a ave galvão da extinção. Ainda não sei como, foi multiplicada a informação que para cada retwit da palavra #calabocagalvao a fundação protetora desta ave receberia doações, 10 centavos por retwit.
Assim nasce um dos maiores trotes do twitter que foi citado até no Wall Street Journal. 

Não deixe de ver o vídeo que está circulando pelo mundo.



Quer saber mais?

http://wp.clicrbs.com.br/infosfera/2010/06/14/cala-boca-galvao-anatomia-de-um-trote-no-twitter/?topo=67,2,18,,,67

http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/11/depois-do-twitter-cala-boca-galvao-toma-a-internet/

Faça seu background do twitter fácil e bonito!


Pretende criar o seu background do twitter, mas sente-se pouco inspirado para a tarefa? Bem isso deixou de ser problema com o twitter background gallery, pode ver mais de 1700 bakgrounds diferentes, plenos de criativade que decerto irá despertar a sua veia criativa.

O Marketing morreu, afirma Kevin Roberts


O Marketing morreu, afirma Kevin Roberts 

Autor do best-seller Lovemarks propõe um Departamento de Movimento que engaje as pessoas

O Marketing como conhecemos está morto. Pelo menos é o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da agência de publicidade Saatchi&Saatchi. O autor do best-seller Lovemarks, no entanto, reconhece que o Marketing de Massa ainda sobrevive. O problema é que ele vive em um ambiente que não existe mais. É o que Roberts chama de “Vuca”, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. E vai além: não é um mundo para estratégias tradicionais. O publicitário propõe ainda a retirada da missão e da visão da parede das empresas. No lugar, elas precisam ter um sonho que engaje as pessoas.



Nem tudo isso chega a ser tão subversivo para Kevin Roberts. Afinal, quando foi CEO da Pepsi no Canadá, ele simplesmente metralhou – literalmente – uma vending machine da Coca-Cola ao final de uma convenção de vendas onde o foco era a concorrência com a marca mais valiosa do mundo. Agora, o publicitário inspira os profissionais de Marketing a saírem de seus escritórios, deixarem de ver e-mails, de ler pesquisas e passarem a conhecer os sentimentos de seus consumidores para transformar suas marcas em “Lovemarks”, ou marcas amadas.
Para isso, o Departamento de Marketing deve se transformar em um o Departamento de Movimento. Um movimento para a marca. “Tem que fazer com que as pessoas se mexam pelo raciocínio emocional”, afirma Kevin Roberts, durante seminário realizado pela HSM, ontem, em São Paulo. “O que importa é como as pessoas se sentem. É o sentimento que move as pessoas”, aponta.
Emoção = Ação = Envolvimento
A empresa que focar no sentimento do consumidor poderá ter vantagem. “Os seus concorrentes estão pensando com a cabeça. Siga a intuição. Pense e ouça com o coração”, recomenda. “O Marketing não é mais movido por mídia, de um para muitos, mas de muitos para muitos. Distração não funciona mais. As pessoas querem interação”, salienta. Mas como colocar a marca no coração do consumidor?
A Ikea respondeu colocando sofás no metrô na Europa e a Netflix fez o que Roberts chama de surpreender com o óbvio: ao invés do cliente ir buscar o filme na locadora, a locadora entrega em sua casa. “Perdemos muito tempo fazendo coisas burocráticas e não assumimos riscos. O orçamento não deixa você alçar novos voos porque está preso aos números do ano passado”, ressalta.



Consequência do Marketing, as marcas também estão mortas na opinião de Roberts. “As marcas estão mortas porque se comoditizaram. Elas morreram porque fazem as mesmas coisas”, explica. “Abram mão de controlar a marca. Uma lovemark não é da empresa. É do consumidor”. A mudança também deve acontecer na mensuração dos resultados. Neste caso, sai de cena o Retorno sobre o Investimento e entra o Retorno sobre o Envolvimento dos Consumidores.
Uma lovemark cria lealdade para além da razão. “Você pode substituir o seu iPod por qualquer outro MP3, mas não quer, quer? Olhe para a embalagem de seu produto e se pergunte se ele é irresistível. O consumidor quer novas soluções e inovações. E isso não se torna real por meio de estatística, mas por loucos que acreditam nas marcas ao ponto de tatuá-las em seu corpo”, assegura o publicitário.
Por isso, a empresa e a marca devem ter uma inspiração. “As pessoas não querem metas, elas querem trabalhar por um sonho, algo que as mova. Você não vai vencer o concorrente fazendo o Marketing tradicional. É preciso ter ideias loucas. Temos que ter uma cultura que inspire a transformação. Não há limites para o que você pode fazer”, aponta Kevin Roberts.

 Fonte: Mundo do Marketing

5 dicas de sucesso para marketing em mídias sociais


Eu achei muito interessante esse gráfico (apresentado pelo Marcelo Trípoli no SMBR). Ele marca bem o que estamos vivendo em relação à publicidade nos dias de hoje… É o compartilhamento de informações online desbancando a mídia de massa quando assunto é influência. A mesma apresentação do Trípoli trazia a informação de que 76% dos consumidores não acreditam mais que a publicidade tradicional, aquela que vem guela abaixo nos intervalos da novela, fala a verdade.

Clique para ampliar a imagem.





1. Produção de conteúdo relevante
Conteúdo é a nova propaganda. A simples exposição de mensagem não está com nada. É preciso gerar um conteúdo relevante e interessante para que a repercussão daquilo seja o mais espontânea possível. Um comercial de TV não é ideal para o YouTube. O conteúdo aqui deve ser útil, curioso, conveniente e, se possível, participativo. Propaganda tradicional é pra mídia tradicional, não social.             

2. Ouvindo o usuário         

Outro ponto forte para trabalhar uma marca em Social Media é o relacionamento com o usuário. É essencial ouvir o que ele tem a dizer. A pegada da campanha deve ser baseada nisso.
Para tal é necessário um amplo monitoramento da imagem da marca antes do início da campanha. A opinião do usuário é a chave para uma ação bem-sucedida.
3. Transparência

Criar perfis falsos, comprar opiniões, plantar comentários e enviar spams são tiros no pé. O usuário vai descobrir se você está agindo de má fé e sua ação vai por água abaixo. Autenticidade é fundamental.
4. Disseminar de forma inteligente            

Ao postar sua ação num fórum ou numa comunidade, você está agregando valor a ela? Quão válido foi o seu comentário ali? Ser intrusivo não é indicado. O conteúdo deve ser levado para onde seja útil ao usuário.
5. Inovação

A dica aqui é envolver na ação o uso de novas tecnologias, desenvolvendo ferramentas inovadoras e aplicativos interessantes. Mais uma vez, a propaganda tradicional não tem vez nas mídias sociais. O desafio é dar o usuário o que falar.
Falando em desafio…   

O maior desafio da publicidade em Social Media é estimular a repercussão espontânea do conteúdo. É desenvolver uma ação que seja interessante o bastante para ser transmitida boca-a-boca entre os usuários. Para isso é preciso tornar claro a importância da Social Media e não considerá-lo secundário. O especialista em Social Media deve estar envolvido na campanha desde o início, para evitar que depois do material pronto ouça a célebre frase: “Sai um viralzinho no capricho aí pra mim?”.

Prepare-se: vem aí o marketing 3.0

Prepare-se: vem aí o marketing 3.0

No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. 
Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. 
A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. 
A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. 
De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. 
Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.

O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O
que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.

Para funcionar, esses programas têm de derivar dos valores autênticos cultivados pela empresa. Quem quiser apenas montar uma fachada politicamente correta será desmascarado, pois, a começar pelos funcionários, "os mais íntimos consumidores das práticas de uma empresa", hoje, o boca a boca eletrônico tratará de espalhar a verdade. Do e-mail às resenhas de consumidores em sites como a Amazon, a informação circula com tal fluidez e velocidade que a única solução é estruturar a empresa de cima abaixo de acordo com um roteiro genuíno das boas intenções. Pode parecer uma ótica romântica e fadada a perder dinheiro, mas os autores a sustentam com números. Em um levantamento internacional, 85% dos consumidores afirmaram preferir marcas socialmente responsáveis, 70% disseram que pagariam mais para obtê-las e mais da metade declarou que as recomendaria para a família e os amigos. No mercado de trabalho, uma pesquisa mostrou que 50% dos MBAs recém-formados aceitariam um salário mais baixo para trabalhar em uma empresa com engajamento social. Outra, realizada no Brasil, na Rússia, na Índia e na China, chegou a resultados semelhantes: os funcionários querem que seus empregadores ofereçam oportunidades de melhorar seu país. Finalmente, empresas que se classificam como 3.0 tiveram crescimento anual de lucros de 16%, ante meros 7% das outras.

Ainda analisando a tendência que favorece as empresas engajadas, o livro destaca o amadurecimento de um novo tipo de organização, as SBEs (social business eterprises, algo como "empresa de negócios sociais"). Ao contrário de uma ONG tradicional, uma SBE tem fins lucrativos, mas sua atuação está amarrada a uma meta social. Um bom exemplo é o banco Grameen de microcrédito, que funciona em Bangladesh. Sua filosofia é dar pequenos empréstimos a empreendedores que não podem oferecer garantias. Em 2009, o Grameen lucrou 5 milhões sobre 1,1 bilhão de dólares em empréstimos. Multinacionais de grande porte também podem agir como uma SBE. Por exemplo, na Índia, a Philips se posiciona como um provedor de equipamentos médicos para comunidades rurais. A Unilever vende no mercado africano sachês pequenos e baratos de sal iodado, que melhoraram a saúde infantil. Em um mundo em que 800 milhões de pessoas ainda estão na miséria, a distribuição de renda mundial lembra a forma de uma pirâmide, com os pobres embaixo. Mas nessa base "há uma fortuna", ressaltam os autores, e para ela devem ser criados produtos inovadores e baratos. "Erradicar a pobreza talvez seja o maior desafio humano." E para esse objetivo, julgam, a ajuda humanitária internacional não é suficiente. Segundo eles, serão os empreendedores sociais que farão o grosso do trabalho.

Da Flórida, o pesquisador americano Philip Kotler concedeu por telefone a seguinte entrevista.

O Marketing 3.0 prega que as empresas devem ter preocupações ambientais e sociais. Isso não é uma visão romântica dos negócios?

A Home Depot, uma grande cadeia de material de construção e bricolagem, fez um experimento em que oferecia dois tipos de madeira semelhantes. Uma das opções era madeira certificada como sustentável e a outra era madeira comum. Com preços iguais, a maioria absoluta dos consumidores comprou a madeira certificada. Em uma segunda etapa, a madeira certificada foi oferecida por um preço um pouco mais alto do que a comum. Ainda assim, 35% dos consumidores se dispuseram a comprá-la. O experimento mostra que, pelo mesmo preço, um produto ou uma marca verde será o escolhido.

Essa abordagem se aplica a qualquer produto ou apenas àqueles que atingem consumidores engajados? Estaria limitada a países ricos?

Em qualquer mercado, há espaço para uma empresa que se concentre no consumidor integral, com seus valores e preo cupações, o que a leva a se envolver com questões mais abrangentes para a sociedade. É um caminho aberto, e não apenas para empresas que vendem para consumidores ricos. Mesmo em países em desenvolvimento existe uma parcela de pessoas que vão às compras com essas preocupações e se sentem bem ao comprar das empresas 3.0. Quem segue esse caminho tem consumidores mais leais.

No Brasil e em países latinos a cultura do capitalismo beneficente é menos difundida e o público costuma desconfiar das intenções das empresas. O que fazer?

A empresa que escolhe a abordagem 3.0 não deve só abraçar valores importantes, mas comunicá-los de forma efetiva. Uma maneira de ganhar a confiança do público é ter a aprovação pública de celebridades respeitadas por seu envolvimento com causas nobres. Outra é produzir evidência tangível de suas intenções. Recentemente, o Walmart adotou uma postura verde. Uma das providências foi passar a dar preferência a fornecedores que usam caminhões de baixo consumo de combustível. A adoção desse tipo de medida demonstrou que o programa é sério.

Mesmo gastando com causas sociais, é possível ter lucratividade acima da média?

Sim. Uma empresa tem de decidir se quer olhar o curto ou o longo prazo. Com frequência, empresas que se fixam em lucrar no curto prazo são perdedoras em um horizonte mais longo. Você pode tentar ganhar dinheiro pagando o menor salário que puder, escolhendo fornecedores baratos e espremendo todos os demais custos. Mas essa estratégia não vai durar muito, porque acabará gerando uma força de trabalho, fornecedores e produtos de baixa qualidade. As firmas vencedoras e mais lucrativas são aquelas que se aproximam do Marketing 3.0, o que significa também mirar o longo prazo. Suas marcas são mais valiosas e seus consumidores são mais fiéis. Evidências recentes mostram que o valor das ações de negócios 3.0 cresceu 45%, ante 12% dos outros.

In Exame.

Empresas e Marcas nas redes sociais. Como nasceu a piada "Tomei Activia"?

Empresas e Marcas nas redes sociais. 
Como nasceu a piada "Tomei Activia"?

Estar nas redes sociais parece obrigatório para as empresas. 
Mas há o lado dos riscos. A ação pode sair do controle. Interagir com o público nas mídias sociais também deixa as empresas mais expostas e vulneráveis. “Funciona como telhado de vidro”, afirma David Reck, da Enken Comunicação Digital. 

Depois que uma propaganda é lançada na rede, os internautas a interpretam e até a manipulam como bem entendem. A Dafra Motos teve problemas com um comercial lançado na TV e postado no YouTube em 2009. O vídeo foi parodiado. As falas do ator Wagner Moura foram trocadas por dublagens não autorizadas com críticas debochadas à marca. A empresa exigiu judicialmente, e o YouTube tirou a paródia do ar. Mesmo assim, muitos internautas já haviam copiado o vídeo, que ainda pode ser encontrado em alguns blogs.
Mesmo assim, participar das redes pode ser estratégico. 

Até porque, ainda que não faça ação nenhuma, a empresa sempre corre o risco de entrar nas redes à revelia. “Digo sempre para os clientes: as pessoas já estão falando de vocês, bem ou mal. Ter uma ação relevante nas redes sociais faz com que vocês tenham o mínimo de participação nessa conversa”, afirma Sérgio Valente, da DM9DDB. Um caso que reforça o argumento de Valente envolve o iogurte Activia, da Danone. Ele virou tema de piadas há pelo menos um mês. As redes sociais, especialmente o Twitter, foram invadidas por brincadeiras sobre o efeito do iogurte, que estimula a atividade intestinal. A brincadeira começou com uma frase que associa o Activia ao mote do uísque Johnnie Walker, “Keep walking” (algo como continue andando). “Resolvi todos os meus problemas. Misturei Activia com Johnnie Walker. Estou c... e andando”, postou um internauta.

Desde então, centenas de combinações diferentes se multiplicaram, com outras brincadeiras derivadas, associando o efeito do Activia a outras referências. Exemplos: “Misturei Activia com telemarketing. Estou esperando 3 horas para c...” ou “Misturei Activia com Brasília. Estou c... ficha suja”. O perfil no Twitter @mistureiactivia tem mais de 5 mil seguidores. “Criei essa conta quando a piada estava bombando. A partir daí, recebi depoimentos de pessoas que agora se sentem menos vazias depois das várias misturas de Activia que sugerimos”, diz a dona do perfil, uma paulistana que prefere não se identificar por medo de ser demitida de sua empresa. “Ela não quer revelar a identidade porque é tímida”, diz Thais Batista, publicitária de 22 anos e amiga da fundadora do perfil @mistureiactivia no Twitter. Ela mesma já fez várias frases humorísticas, como “misturei Activia com Kama Sutra. Estou c... em várias posições”. 
As pessoas comuns, como ela, que embarcaram na brincadeira, não pararam para pensar no efeito que isso podia ter sobre a marca. Nem se aquilo surgiu como uma ação proposital da Danone. 
“Pensando bem, acho que não é bom para a marca porque a associa a ir ao banheiro de forma debochada”, diz Renato Rodrigues, de 23 anos, assistente administrativo financeiro de um escritório de advocacia. Segundo Ricardo Vasquez, diretor de marketing da Danone, a empresa vê a brincadeira com interesse e bom humor. “Activia é uma marca que está cada vez mais inserida na vida das pessoas. Por isso, elas brincam com o Activia. E, quanto mais elas brincam, mais inserida estará a marca em suas vidas. É um ciclo virtuoso.”
Filipe Redondo/ÉPOCA

CAMPANHA
Thais e Renato diante de frascos do iogurte Activia. Eles estão entre os milhares de internautas que criaram uma onda de humor com a marca.






Quem são os piadistas do Twitter

Quem são os piadistas do Twitter

Eles usam o serviço para fazer graça, ganhar fama e conquistar milhares de fãs
Martha Mendonça "Matéria Revista Época em 05/06/2010"


Caio Guatelli
  Reprodução
@MussumAlive
59.541 seguidores

Bio O inspetor paulistano Leandro Santos lançou o fake do trapalhão Mussum, com “is”
ao fim das palavras

MELHORES TWEETS
> A Cachaça é o cupido engarrafds!
> Procurei no Google:
“Acordar Cedo” e o botão “Estou com Sorte” sumiuzis!

> Vocês conhecem a Cerveja
de Rato? A MouseBeerzis!

O paulistano Leandro Santos, de 27 anos, sempre gostou de humor, mas nunca foi o palhaço da turma. No ano passado abriu uma conta no Twitter. Queria contar casos presenciados nos “bares da vida”, segundo sua definição. Como não quis se identificar – nem os amigos –, optou por criar um personagem. “Percebi que Mussum era perfeito”, diz. Assumindo as características do comediante dos Trapalhões (1941-1994), suas frases sempre terminavam com o tradicional “is”. Cachacis, cervejis, amiguis. Muitos amiguis, aliás – hoje, o falso Mussum já tem 57 mil seguidores. Bem menos que o de humoristas famosos como Danilo Gentili, do CQC (671 mil), ou Bruno Mazzeo (226 mil), mas bastante para gente desconhecida.

O humor que nasce no Twitter, sem apoio de outros meios de comunicação, veio para ficar. É feito por gente comum, que aproveitou o espaço da internet e a agilidade do microblog para ganhar visibilidade. Leandro, do @MussumAlive, trabalha na cidade de São Paulo como inspetor de segurança veicular e estuda engenharia de produção. E há outros como ele. Disputam a atenção de uma audiência de quase 10 milhões de pessoas no Brasil, um público predominantemente jovem, entre 18 e 24 anos, que se acostumou a rir com o humor rápido e visceral do Twitter. Em 140 toques não há espaço para construir uma piada convencional. Cabe apenas uma ideia e uma formulação feliz. Quando essa combinação dá certo, é muito bom.
Caio Guatelli
  Reprodução
@Cleycianne
26.905 seguidores

Bio O funcionário público Thiago Henrique Ferreira é o homem por trás da evangélica que escorrega na religião,  mas não na irreverência
MELHORES TWEETS
> Depois que eu me converti, até os meu gases ficaram mais cheirosos!! É que a podridão saiu de minha alma!! #Gloria3xGloria
> Bom dia!!! Dia ensolarado,
ótimo dia para você mulher de bem lavar um ungido tanque de roupa!! #gloria3xgloria

> Ontem as irmãs da Igreja
ficaram passadas em Cristo quando eu disse que Jesus em inglês é Jesus mesmo! Adoro passar conhecimento!
O publicitário catarinense Dino Cantelli, de 25 anos, chegou a ter uma coluna de humor num jornal do interior. Até que conheceu o Twitter e criou o @TioDino. Colocou um avatar de Abraham Lincoln e saiu escrevendo o que lhe viesse à cabeça, com o deboche e o azedume que marcam seu estilo até hoje. A inspiração? Tudo. A vida, a política, celebridades – e os próprios tuiteiros. História parecida tem o assistente administrativo carioca Leonardo Lanna, de 31 anos. Fã de programas de humor do mundo inteiro, ele entrou no Twitter no ano passado com um amigo para fazer microcontos de 140 caracteres. Aos poucos, porém, as observações ácidas sobre o cotidiano tomaram conta de seu espaço. Hoje, o @microcontoscos já tem 20 mil seguidores, entre eles alguns nomes da nova geração do humor, como o redator Fábio Porchat e o ator Gregório Duvivier. “Até então eu desconhecia meu potencial para fazer graça”, afirma. Como Lanna e Cantelli, o funcionário público paulistano Thiago Henrique Ferreira, de 26 anos, entrou no Twitter sem grandes ambições. Para “espantar o tédio”, inventou a personagem @Cleycianne, uma evangélica fervorosa que comenta seu dia a dia e a vida das celebridades. Tudo é inspiração para Cleycianne. “Desde o óbvio, como a programação evangélica da TV, até conversas que escuto diariamente no ônibus”, diz.
Tuiteiro assíduo, com 168 mil seguidores, o casseta Hélio de La Peña se diz fã do humor que nasce no microblog. “É uma vitrine para talentos que, em outra época, você nem perceberia”, afirma. Na lista de humor de sua conta, convivem os consagrados e os novatos, sem hierarquia. Outro famoso do mundo do humor, o redator e ator carioca Marcius Melhem (128 mil seguidores) elogia a liberdade de fazer graça no microblog. “Esse humor experimental, sem patrão, é genial”, afirma. “Resisti muito antes de entrar no Twitter. Muito de minha decisão de participar veio desse clima de experimentação e troca”, diz. O fenômeno do humor no Twitter é parecido com o dos blogs, que revelou nomes como Kibeloco e Mr. Manson, do Cocadaboa. Mas é mais ágil e diversificado, reflexo da natureza dessa nova rede social.
Edu Lyra
  Reprodução
@TioDino
19.577 seguidores

Bio O publicitário catarinense mistura humor e notícias
MElHORES TWEETS
> Tenho alguns amigos imaginários.
Quando imagino que posso
contar com eles, me ferro

> Você reclama que não teve uma
infância feliz. Mas pelo menos não foi batizado pela Baby Consuelo

> A vida sorriu pra mim.
E não tinha os dois dentes da frente
Nem todos os humoristas que nasceram no Twitter querem se identificar. Pelo menos por enquanto. Alguns temem a reação de seus chefes e colegas – já que têm empregos “sérios”. Outros acham que a graça está no mistério. O dono do Twitter @NairBello não conta seu nome nem de onde é. E ainda responde aos e-mails como uma confusa e simpática “nonna”, inspirada na comediante que morreu em 2007. “Oi, Bella, depois eu respondo que agora está na hora da novela do Manoel Carlos. Ma che!”, diz.
Levando em conta que ainda é de manhã e que Viver a vida já havia terminado, pode-se perceber que ela (ou ele) não tem hora para fazer piadas. Não à toa tem 46 mil seguidores. Outro que protege sua identidade secreta é @OCriador, o maior dos “tuiteiros-de-raiz” – como eles próprios se batizaram. São 278 mil pessoas que acompanharam diariamente os conselhos e pitos que descem diretamente do Céu. Desconfiado, “o Pai” mandou sua fotografia para a revista – sem que seu rosto aparecesse. Conta que é alagoano, solteiro e tem 24 anos. “Muitos conhecidos meus desconfiam que eu sou O Criador. Mas eu nego até a morte!”, afirma.
O sucesso já levou alguns para fora das fronteiras do Twitter. Thiago Ferreira negocia levar Cleycianne, a “serva do Senhor no mundo da internet”, para a televisão. O Criador já tem um quadro na Rádio Mix, no qual suas frases são interpretadas com voz grave. Um dos maiores exemplos dessa migração de mídias é o publicitário Bruno Rocha. Brasiliense, ele criou o Twitter @HugoGloss, um personagem que ironiza o mundo das celebridades. Apesar das críticas, caiu no gosto de gente famosa e foi convidado por Luciano Huck para ser redator do Caldeirão. “O Twitter me abriu portas, mas é preciso saber por qual delas você pode entrar”, afirma. “Brilhar em 140 caracteres não significa que você fará bem qualquer coisa.” Um raro momento de seriedade.
Marina Ferro
  Reprodução
@OCriador
279.638 seguidores
Bio Formado em Direito, o alagoano assume a voz de Deus e dá conselhos e pitos a seus “filhos”

MELHORES TWEETS
> Newton, diferentemente de Adão, entendeu Meu recado sobre a gravidade da maçã
> A frase “encontrei Jesus” foi dita pela primeira vez por uma criança em Nazaré, durante uma brincadeira de pique-esconde
> Se Moisés houvesse ouvido sua esposa e parado para pedir informação, não teria vagado 40 anos perdido pelo deserto

Traga as atualizações de seus amigos do Facebook para a área de trabalho.

Traga as atualizações de seus amigos do Facebook para a área de trabalho.
O Facebook Desktop é um aplicativo que permite trazer o site de relacionamentos para sua área de trabalho ou celular, dispensando o uso de navegadores para acessar seus recursos. Para isso, basta possuir o Adobe AIR instalado, programa que pode ser encontrado aqui.

Todos os recursos encontrados na página principal do site estão lá: atualizações de contatos, novas fotos e vídeos adicionados, comentários recebidos e atualizações de perfil. É possível postar atualizações do que se está fazendo no momento, links de notícias interessantes e comentar sobre o que seus amigos escrevem.

O Facebook Desktop possui algumas limitações que o impedem de substituir completamente a necessidade de acessar o site utilizando o navegador. Não é possível editar detalhes do usuário ou adicionar novos amigos aos contatos. Também não dá para adicionar fotos ou vídeos próprios, ou acessar os serviços do Facebook integrados a outros sites.

Vale observar que o programa depende do uso de navegador para a maioria de seus serviços, como na exibição de fotos. São exibidas somente as miniaturas de fotos e comentários. Caso o usuário deseje ver alguma imagem em detalhes, o navegador será aberto no endereço em que ela se localiza dentro do site de relacionamentos.

Essas limitações acabam tirando um pouco da utilidade do Facebook Desktop, já que o usuário constantemente terá de acessar o site pelo navegador. E isso não se deve a limitações do Adobe AIR. Esta permite a criação de programas capazes de realizar todas as tarefas do serviço online direto do desktop, tendo como exemplo disso o Tweetdeck.

Download do eBook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um guia prático para o seu projeto

Download do eBook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um guia prático para o seu projeto



Já está disponível para baixar, gratuitamente, o eBook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um guia prático para o seu projeto, de Paulo Siqueira.

A divulgação é parte de um processo colaborativo envolvendo mais de 80 blogs e o Twitter. A licença é Creative Commons.

Este eBook tem o objetivo de transferir e campartilhar o conhecimento e as experiências acumuladas no desenvolvimento de um projeto para a web. É um relato prático e real, interessante para estudantes, professores, programadores, analistas, desenvolvedores, gerentes de projeto, executivos de Tecnologia da Informação, blogueiros, jornalistas de tecnologia, enfim, serve para qualquer pessoa que tenha curiosidade, interesse e que saber mais sobre como fazer ou como funciona um projeto para a Web.

Faça agora o download do eBook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um Guia prático para o seu projeto.

Caso não consiga acessar o arquivo acima, experimente visualizar o eBook Web 2.0 – Erros e Acertos – Um Guia prático para o seu projeto online.

Paulo Siqueira, 53 anos, tem mestrado em Engenharia de Software pelo IPT. É professor universitário. Trabalha para a UNICEF, no Paquistão, como Gerente de TI. Trabalhou para Seven Networks International, UN-ICTY, Banco Mundial, IFES-USAID, UNDP-PAPP, UNV-PNUD e ICS-UNIDO, e Banespa-Santander, em diferentes lugares do mundo.

As ilustrações são de Orlando Pedroso, artista gráfico, colaborador da Folha de São Paulo, revistas da imprensa e livros infanto-juvenis.

O prefácio é de Gilson Schwartz, economista, sociólogo e jornalista, professor de Iconomia no Curso Superior do Audiovisual e coordenador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento da USP (www.cidade.usp.br). 
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