Não diga que alguém está fazendo merchand de sí, não tem nada a ver!

Desde um programa do BBB, parece que se criou uma modinha em dizer que a pessoa que está se vendendo ou se fazendo para aparecer está fazendo merchand, e isto não tem sentido quando se sabe o que é merchandising.  


Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto-de-venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.



Origem do termo

Originada do termo francês merchand, a palavra inglesa merchandiser significa "negociante". Por sua vez, a tradução de merchandising seria "mercadização", nome que em português não corresponde exatamente ao significado da atividade como ja é conhecida. Merchandising seria então uma derivação da palavra merchandise, que podemos traduzir como "operação com mercadorias".

História

O merchandising como hoje é conhecido surgiu como parte do próprio conceito de marketing, e intensificou-se com o surgimento do auto-serviço nos Estados Unidos, na década de 1930. Naquela época, as antigas lojinhas com balcão começaram a perceber o sucesso que as vitrines faziam. E, ao notarem que as mercadorias expostas eram muito mais compradas do que as não expostas, começaram a transformar todo o interior das lojas em verdadeiras vitrines, nas quais se podia ver e escolher todas as mercadorias. Daí, aos poucos, foram-se transformando em lojas de auto-serviço, onde o consumidor mesmo escolhe os produtos.
Muitos anos se passaram até que os primeiros supermercados começassem a aparecer. O merchandising era então feito para dar destaque a todas as mercadorias, e isso começava a partir do layout da loja, seus corredores e prateleiras, até a disposição dos produtos e sua promoção.
Hoje o merchandising é algo muito mais completo, que procura acompanhar todo o ciclo de vida de um produto, desde a adequação de sua imagem para os pontos-de-venda até o acompanhamento de sua performance diante de seus consumidores. Hoje o merchandising no ponto-de-venda é considerado a “mídia” mais rápida e eficaz, pois é a única em que a mensagem conta com os “três elementos chaves” para concretização de uma venda: O consumidor, o produto, e o dinheiro.

[editar]Merchandising editorial - Tie In

No Brasil o termo Merchandising é comumente usado de maneira incorreta, quando deveria ser usada a denominação Merchandising Editorial, ou Tie In. Este se refere à prática de inclusão sutil de produtos, serviços, marcas e empresas em obras de entretenimento, principalmente audiovisuais, como novelas, filmes, games etc. Quando falamos em propaganda na TV falamos de todo comercial que aparece nos intervalos, entre um programa e outro. Quando falamos em merchandising editorial, cujo nome usado em outros países é Tie-in, falamos das aparições sutis de um refrigerante no bar da novela, da sandália que a mocinha da história usa explicitamente, etc. Resumindo, é uma ação integrada ao desenvolvimento do esquema editorial, por encomenda. Possui custos mais elevados que os da propaganda em si, pois é "digerida" pelo publico com muito mais facilidade do que os comercias comuns nos intervalos. Apesar do nome, essas ações não têm nenhuma relação com o verdadeiro merchandising.

Lista de 22 novos atalhos do Twitterdicas Mashable




Use Estas 22 atalhos de teclado





Atalhos de teclado do Twitter tem uma atualização durante a revisão do Twitter projeto em 08 de dezembro. Na imagem acima, você verá os traços da nova chave. Abaixo está uma rápida how-to guia para esclarecer qualquer confusão imediata.
Ações de tweets:
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Quem tem medo das Redes Sociais?


Tornou-se usual as empresas criarem suas páginas nas redes sociais para divulgar seus produtos e serviços. Algumas delas usam estas mesmas redes para abrir um canal de diálogo com seus clientes, o que é muito bom.
 
No entanto, diversas outras companhias evitam entrar nesta onda porque não sabem como fazer isso ou porque não possuem equipes capacitadas para gerenciar toda a demanda que poderá surgir desta iniciativa. Até aí nada demais.

O problema é que temos percebido que muitas empresas não desejam participar de uma rede social justamente porque não se pode ter controle sobre elas. Ou seja, o cliente vai lá e publica uma reclamação – justa ou não – e todo mundo fica sabendo. O argumento destas empresas trilha o lado sombrio das relações com os consumidores: a ausência de transparência com o mercado.

Sim, porque, se a empresa pensa e trata seus clientes como algo a ser evitado após a venda feita, ela, na verdade está deixando de ter interatividade com seus consumidores e está perdendo uma grande oportunidade de fortalecer sua marca. Você pode achar que este nosso argumento é puramente uma estratégia de marketing. Pode ser, mas quem tem medo de colocar a cara à tapa não deveria montar uma empresa. O que falta nas empresas atuais é justamente esse acompanhamento dos clientes. Uma venda não pode ser vista como o final da história, quando o negócio é fechado deve-se ter ideia que é apenas o começo.

O objetivo é achar este espaço onde a empresa possa se relacionar com o cliente e esquecer essa atual estratégia de fugir deste ambiente de pós-venda. A procura da empresa atrás do cliente não deve ser receosa. O contato com o cliente não pode ser apenas uma simples newsletter de produtos promocionais. Os problemas, as dúvidas e os elogios fazem parte de qualquer venda em qualquer empresa, e, um lugar para você acompanhar o cliente auxilia na solução de problemas e propagação dos elogios.

Conheço muitas empresas que trabalham para ter seu cliente mais próximo e por isso estão atentas às novidades. Possuem páginas no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e outros canais de mídia que permitem dialogar de alguma forma com o mercado. Sistemas de CRM modernos já estão integrados com as redes sociais e delas recebem não apenas leads, mas também sugestões. Acompanhar as redes sociais é a maneira de saber a satisfação do seu cliente geral ou público alvo, mas ainda sem aquele consumidor específico que foi à loja, comprou o produto e quer se sentir seguro da transação e/ou da mercadoria.  O lugar onde você pode agir como uma rede social e ter interligado a isso o seu processo de vendas é a solução para um novo tipo de relação entre cliente e empresa. Usar uma das redes sociais como as citadas acima para esse tipo de relacionamento pode ser uma bela estratégia, mas ainda não será a específica para o negócio e demandará mais esforço do que resultado.
 
Os analistas reconhecem: “estamos em uma nova era das relações de consumo”. Tanto que uma nova categoria de consumidor se aglutina em redes sociais com foco na compra de produtos justamente porque desejam trocar ideias com outras pessoas – conhecidas ou não – sobre um determinado produto que está na sua lista de desejos. Obter a opinião das pessoas é importante. Dialogar com elas sobre suas expectativas e experiências é a nova fase do consumo. Coisa que nenhuma loja virtual ainda consegue, pode ou mesmo deseja oferecer. Colocar a cara à tapa não é para qualquer um, é para os verdadeiros empreendedores, que não têm medo dos desafios, das quedas e de levantar novamente para seguir vivos nos mercados.

(*) Especialista em marketing de varejo e diretor da Kactoos, rede social de compras.

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