A História da LEGO - animação


Celebrando 80 anos de Lego, a empresa produziu uma animação contando a sua história desde o início. 



Estudo da FecomercioSP aponta que 63% dos paulistanos faz uso do e-commerce

redes sociais facebook twitter google e-commerce
Pesquisas revelam que Internautas consultam redes sociais antes de comprarem pela internet. 

A praticidade de comprar sem ter que sair de casa e a influência de informações postadas em sites como Facebook e Twitter são os principais motivos que levam os paulistanos a fazerem suas compras pela internet, aponta um estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

O estudo avaliou o comportamento dos internautas e constatou que cerca de 63% deles tem o hábito de realizar compras pela internet. Um crescimento de mais de 11% em relação a 2011. A pesquisa ainda constatou que as redes sociais influenciam 48% das compras dos usuários, sejam elas online ou não. 

O levantamento foi realizado no mês de maio de 2012 com mil entrevistados no município de São Paulo. Os dados foram divulgados durante o 4° Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção, que acontece nos dias 23 e 24 de agosto, na sede da FecomercioSP, em São Paulo. 

O preço e confiança na empresa também são motivos que atraem consumidores para lojas virtuais. O preço, frequentemente menor do que em lojas físicas, é apontado por 25% dos paulistanos como a principal motivação para que os internautas gastem seu dinheiro na rede e a confiança, por 16%. 

Medo de golpe ainda é grande 

Entre as razões para não aderir ao e-commerce, o receio de fraudes é o que influencia aproximadamente 65% dos moradores da metrópole. O medo aumentou em relação aos dados colhidos em 2011, quando mais de 52% dos consumidores tinha receio de fraudes virtuais. 

 E o medo tem razão. A FecomercioSP afirma que cresceu o número de internautas que já foi vítima de algum crime eletrônico. Segundo a pesquisa, hoje, este total é de 12% ante 8% registrados no ano anterior. Dentre os crimes, a não entrega do produto comprado é o mais comum, atingindo 28% dos internautas. 

 Fonte: R7

Teoria da Motivação de Frederick Herzberg

Você está satisfeito com seu trabalho? 

Pirâmide das Necessidades de Abraham Maslow 
Se a resposta for não, seu rendimento hoje deve estar aquém de suas capacidades, do contrário, você deve estar produzindo com motivação e efetividade. Segundo a Teoria da Motivação, desenvolvida pelo psicólogo Frederick Herzberg, o nível de rendimento dos profissionais varia de acordo com sua satisfação no trabalho, depende de como se sentem neste ambiente e dos fatores que influenciam em sua motivação e desmotivação. 

As Teorias da Motivação foram desenvolvidas na segunda metade do século XX, e estão em constante pesquisa. Muitos estudiosos caracterizam estas teorias como do estudo da “Satisfação”, pois visam medir o índice de motivação das pessoas, baseadas em suas necessidades e aspirações. Estes anseios podem ser pessoais, no nível das necessidades internas, como explica a Teoria da Pirâmide das Necessidades de Abraham Maslow, e em nível profissional, tangível aos aspectos e ambientes externos como a teoria de Herzberg. 

Teoria da Motivação de Frederick Herzberg 

Segundo as pesquisas de Frederick, realizadas em empresas dos Estados Unidos, e que embasam a sua teoria, dois fatores são essenciais para a satisfação: a Higiene e a Motivação. Para ele estes dois elementos podem criar satisfação ou insatisfação nos colaboradores, mas não se opõem. 

O psicólogo defende que a higiene embora não motive, em sua ausência também é um fator desmotivador. Já a motivação é um fator decisivo no ambiente de trabalho. No que tange a Higiene, imagine uma empresa onde as dependências estão sempre sujas, o ambiente é “tóxico” e não dá condições para os colaboradores estarem plenos e fazerem um bom trabalho. É claro, que de forma geral, ninguém se sentirá confortável em ocupar um local como este e desenvolver suas atividades com sucesso. 

A Motivação está também na forma como o ambiente é higienizado, porém inclui ainda elementos de satisfação e insatisfação no trabalho, que vão além do ambiente em si. Está ligado especialmente aos fatores relativos às condições de trabalho, estresse, bons ou maus relacionamentos entre os líderes e colaboradores, por exemplo. 

Frederick Herzberg classificou e dividiu estes aspectos entre: Intrínsecos (Motivacionais) e Extrínsecos (Higiene). 

Fatores Intrínsecos (Motivação) 

• Reconhecimento 
• Responsabilidade 
• Realização Pessoal e Conquistas 
• O Trabalho em si 
• O Progresso ou Ascenso 

Fatores Extrínsecos (Higiene)

• Política da Empresa 
• Administração 
• Relações Interpessoais (com superiores, com iguais e com subordinados) 
• Condição de Trabalho 
• Supervisão
 • Status 
• O Salário 
• Estabilidade no seu posto 

Em suma, Frederick defende que as empresas devem buscar eliminar as influências negativas relativas aos fatores intrínsecos. Para ele os gestores devem focar no equilíbrio do ambiente de trabalho e na qualidade organizacional, e dar atenção a criação efetiva de atividades estimulantes, novos elementos de motivação de forma contínua.

Ainda assim, os fatores de satisfação tendem a mudar, e os líderes devem estar atentos a estas mudanças e acompanhá-las para manter a motivação e satisfação dos colaboradores e alcançar resultados expressivos. 

Fonte: ibccoaching.com.br

O que é Coaching e Mentoring?

A abordagem Biznessence do Coaching
Coaching é um processo de aceleração de resultados que consiste no desenvolvimento de competências e habilidades para o alcance de resultados planejados, e para serem alcançados com êxito necessitam de: empenho, foco e ações efetivas por parte do cliente. 

O responsável por conduzir um processo de coaching é denominado Coach ou na tradução literal, “treinador”. Um Coach apoia e auxilia através de perguntas e técnicas poderosas seu coachee (cliente) a sair do estado atual para o estado desejado. 

O processo é conduzido através de sessões que podem ser semanais, quinzenais ou mensais e, a cada encontro, o coach apresenta tarefas, definidas em conjunto com seu cliente, para que este haja no sentido de alcançar as metas definidas, dentro de seu prazo pré- determinado. 

Diferente de um mentor um coach não precisa necessariamente ter experiência na área de atuação de seu cliente e tão pouco aconselha ou dá as soluções para seus problemas ou orientações de carreira. 

O pressuposto do processo de coaching é que o cliente já possui as respostas e soluções para seus dilemas, e que o que ele necessita na verdade é de um profissional capacitado, que o auxilie neste processo de autoconhecimento fazendo os questionamentos certos, para que desta forma, o coachee tenha maior consciência de suas capacidades, pontos de melhoria, de seus valores e de sua missão de vida. 

Com isso, o coaching visa que o cliente possa empodeirar-se das próprias respostas, e dessa forma agir e criar ações assertivas que validem e realizem seus resultados de forma efetiva e contínua. Um coach tem o poder de ouvir na essência, ou seja, fazer uma conexão com seu coachee; senti-lo e assim, fazer um leque de perguntas que apoiem o cliente a chegar às respostas que ele busca, para que desta forma, o coachee direcione efetivamente suas ações e alcance com sucesso os objetivos almejados, seja na carreira ou na vida pessoal. 

Os Três Tipos de coaching


O que é Mentoring? 

Mentoring é uma espécie de tutoria onde um profissional mais velho e mais experiente orienta e compartilha com profissionais mais jovens, que estão iniciando no mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras. 

Estas orientações vão desde o âmbito pessoal até o profissional No Brasil recente pesquisa apontou que apenas 10,9% das empresas utilizam mentores e, esta tutoria pode ser dada tanto dentro da empresa, como num ambiente externo ou ainda na casa do mentorado. 

Diferente de processos de Coaching, que estão em alta em todo país, e que visam o alcance de objetivos específicos como, por exemplo, promoções, mudança de emprego, melhoria na comunicação e nos relacionamentos interpessoais, num determinado espaço de tempo, no mentoring não há um tempo definido para que o processo seja finalizado, pois esta tutoria é dada de acordo com a evolução do tutorado e, no coaching, o processo tem início, meio e fim, dentro de um prazo que varia de 3 a 6 meses. 

No mentoring esse prazo pode ser estendido até que o cliente tenha os conhecimentos e mais experiências necessários para que esteja apto a tomar conta da carreira de forma independente. 

O mentor de um jovem profissional não será necessariamente seu chefe ou alguém dentro do seu contexto hierárquico, entretanto, tanto o mentoring quanto o coaching relacionam-se principalmente com as realizações no presente e no futuro, ou seja, a meta em comum é sair do estado atual para o estado desejado.







Piotr Morawski 1976 - 2009

Piotr Morawski 
(ur. 27 grudnia 1976, zm. 8 kwietnia 2009 w Nepalu)
Polski himalaista uznany za jednego z najzdolniejszych alpinistów młodego pokolenia. 
Zginął podczas międzynarodowej wyprawy, której celem było wejście nową drogą na Manaslu.

Tradução:



Piotr Morawski
(nascido 27 de dezembro de 1976, d. 08 de abril de 2009 no Nepal)
Alpinista polonês chamado um dos mais talentosos escaladores geração mais jovem.
Ele foi morto durante uma expedição internacional, cujo objetivo era introduzir uma nova rota no Manaslu.


Discurso de Steve Jobs (CEO da Apple) para a turma de formandos de 2005 da Stanford University.

Discurso de Steve Jobs (CEO da Apple e da Pixar Animation) para a turma de formandos de 2005 da Stanford University.

 
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